Cria de elefante ferida em armadilha recupera graças a hidroterapia

10 Jan, 2017
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Fah Jam é uma cria de elefante, fêmea, que ficou ferida aos três meses de idade na pata dianteira esquerda , depois de cair numa armadilha montada pelos habitantes da província de Chantburi, Tailândia – a 250 quilómetros da capital, Banguecoque.

Agora, com cinco meses e dois meses depois de ser encontrada, profissionais do centro de reabilitação animal  do Jardim Botânico Tropical Nong Nooch, em Pettata, conseguiram ajudá-la a recuperar graças à hidroterapia. Do plano de tratamento fazem parte sessões de treino dos músculos da pata afetada para poder voltar a andar.

Segundo a agência Reuters, a cria tem-se recusado a usar as quatro patas quando está de pé, pelo que as sessões na água são fundamentais para agilizar a recuperação dos quatro membros e uma eventual integração no meio selvagem.

Na Tailândia, o elefante é considerado um animal símbolo do país, sendo que  em tempos seculares foram usados ​​para carregar soldados em batalhas. Eles também foram utilizados na indústria madeireira.

Ainda assim, vários espécimes domesticados são utilizados como meio de transporte turístico ou colocados em exposições e espetáculos circenses. De acordo com a Reuters, vários grupos de defesa animal acusam a indústria do turismo no país de maltratar frequentemente este animal.

Há cerca de 3700 elefantes, em estado selvagem na natureza, na Tailândia e até 4.000 domesticados, de acordo com a EleAid, uma organização britânica que defende para a conservação do elefante asiático.

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Copyright: Reuters/Athit Perawongmetha Copyright: Reuters/Athit Perawongmetha Copyright: Reuters/Athit Perawongmetha Copyright: Reuters/Athit Perawongmetha
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